Edublogosfera
Edublogosfera - Diretório de Blogs e Sites Educacionais
Bem-vindo ao nosso diretório!
121
Vote(s)
  Caldeirão de Idéias

Blog destinado a prática pedagógica, da inclusão digital e da informática educativa. Proposta de inovação tecnológica a serviço da educação. Portal com noticias, propostas de atividades, planos de aula e debates.

nteitaperuna.blogspot.com | Detalhes | hits : 373 |
Categoria : Home > NTE

  • RSS Feeds : Caldeirão de Idéias : Caldeirão de Idéias

  • Professor Participe do Prêmio Microsoft Educadores Inovadores 2012 - 11-05-2012
    Estão abertas as inscrições do Prêmio Microsoft Educadores Inovadores 2012

    Imagem

    Educadores de todo o Brasil já podem enviar seus projetos e garantir sua participação!

    Estão abertas até o dia 06 de agosto as inscrições para a sétima edição do Prêmio Microsoft Educadores Inovadores, que valoriza e reconhece os melhores projetos educacionais desenvolvidos por professores brasileiros que utilizam a tecnologia para melhorar os processos de ensino e aprendizagem.
    Para concorrer, basta acessar o site www.educadoresinovadores.com.br e seguir as instruções.

    Educadores de todo o Brasil podem se inscrever nas seguintes categorias:


    1) Escolas Públicas de Educação Básica


    Podem se inscrever individualmente educadores e gestores da rede pública de ensino, independentemente de sua área de atuação (ex. Português, Matemática, Física etc.): escolas públicas (municipais, estaduais ou federais), fundações e instituições de ensino sem fins lucrativos que atuem no Ensino Formal e não cobrem pelos serviços prestados. Também podem participar os educadores de escolas técnicas que lecionem disciplinas de educação básica como: Português, Matemática, Ciência etc.
    • Inovação em Comunidade: Aprendizagem Além da Sala de Aula
    • Inovação em Colaboração: Aprendizagem Colaborativa
    • Inovação em Conteúdo: Construção do Conhecimento e Pensamento Crítico
    Os educadores que se inscreverem em uma das três categorias acima poderão ser remanejados pelo Comitê de Seleção para duas categorias especiais: Inovação em Contextos Desafiadores e Uso Avançado de Tecnologias Microsoft na Aprendizagem.

    *Os projetos não irão necessariamente concorrer na mesma categoria em que estão inscritos.

    2) Ensino Técnico - Educador Inovador Escola Técnica


    Podem se inscrever individualmente educadores e gestores que lecionem disciplinas relacionadas à Tecnologia da Informação (TI) em escolas técnicas municipais, estaduais e federais.

    3) Escolas Particulares - Educador Inovador Escola Particular


    Podem se inscrever educadores de escolas particulares, instituições e fundações mantidas por recursos de empresas privadas que lecionem em qualquer disciplina.

    Premiação


    O Prêmio Microsoft Educadores Inovadores terá seus finalistas definidos até o dia 22 de agosto. Dentre os vinte e um projetos escolhidos, os vencedores de cada categoria participarão da etapa internacional.
    Aqueles que apresentarem os melhores trabalhos serão premiados com um Notebook contendo o sistema operacional da Microsoft e um pacote de aplicativos Office. Assim, poderão dar continuidade na criação de novas ideias, beneficiando cada vez mais pessoas e compartilhando o gosto e o conhecimento pela tecnologia educacional. Além de uma bolsa de curso online de inglês pela empresa EF English Town.
    Após a premiação, os responsáveis pelos projetos vencedores nas categorias destinadas à educação básica (escolas públicas) e o vencedor na Categoria Escolas Particulares, apresentarão seus trabalhos no Microsoft Partners in Learning Global Forum que será realizado em Atenas, na Grécia.

    Para acompanhar as novidades do Prêmio, acesse: https://www.educadoresinovadores.com.br/
    Siga no Twitter: www.twitter.com/eduinova
    Página no Facebook: http://www.facebook.com/eduinova
    Dúvidas? Envie um e-mail para educadoresinovadores@hotmail.com

    Abraços

    Robson Freire

  • Educação e Tecnologia: uma aliança necessária - 23-04-2012
    Olá Amigos

     Essa postagem que eu reproduzo abaixo é uma contribuição maravilhosa da Denise Vilardo. Não deixem de ver a quantidade de material rico tem por lá no espaço dela.

    Imagem
     
    Juracy dos Anjos · Salvador, BA


    Entendidas por especialistas e educadores como ferramentas essenciais e indispensáveis na era da comunicação, as novas tecnologias ganham espaço efetivo nas salas de aula. Computadores ligados à internet, software de criação de sites, televisão a cabo, sistema de rádio e jogos eletrônicos. Estas são algumas das possibilidades existentes e que podem ser aproveitadas no ambiente escolar como instrumentos facilitadores do aprendizado.
    Entretanto, apesar de muitas escolas possuírem estas tecnologias, as mesmas não são utilizadas como deveriam, ficando muitas vezes trancadas em salas isoladas e longe do manuseio de alunos e professores. Existem, segundo estudos recentes, professores e escolas que não conseguem interligar estes instrumentos às atividades regulares.
    De acordo com o pedagogo Arnaud Soares de Lima Júnior, ?o acesso às redes digitais de comunicação e informação é importante para o funcionamento e o desenvolvimento de qualquer instituição social, especialmente para a educação que lida diretamente com a formação humana?.
    No entanto, ele ressalta que os modos de viver e de pensar a organização da vida estão em crise. Está em curso uma mudança qualitativa em virtude da rápida transmissão de informações entre as sociedades, rompendo com isso as barreiras geográficas dos países.
    ?Por isso, cabe à educação uma parcela de responsabilidade tanto na compreensão crítica do(s) significado(s) desta transformação, quanto na formação dos indivíduos e grupos sociais. Estes devem assumir com responsabilidade a condução social de tal virada, provocada, entre outros fatores, pela revolução nas dinâmicas sociais de comunicação e de processamento de informação?, analisa Arnaud.
    Modernização - Neste cenário, a importância da reforma dos sistemas educativos é apontada pelas organizações internacionais como uma prioridade na preparação dos cidadãos para essa sociedade pós-moderna.
    Não é à toa que a introdução das novas tecnologias digitais na educação apresentou mudanças para a dinâmica social, cultural e tecnológica. Modelos pedagógicos foram quebrados, tornando-se desatualizados frente aos novos meios de armazenamento e difusão da informação. Neste momento mudam também os conteúdos, os valores, as competências, as performances e as habilidades tidas socialmente como fundamentais para a formação humana.
    Apesar de tentar responder a estas questões imediatas, muitos educadores salientam que a inserção, no contexto educacional, destas tecnologias ainda é encarada como uma articulação problemática.
    ?Esta parceria entre educação e tecnologia é muito difícil de ser efetivada. No que se refere às tecnologias digitais, principalmente, os professores têm dificuldades de interação. Eles já até admitem utilizar o computador e a internet para preparar as suas aulas, mas não conseguem ainda utilizar as mesmas nas suas atividades em sala de aula, como instrumento pedagógico?, observa a pedagoga Lynn Alves.
    Para Lynn, o uso da tecnologia não deve se restringir a mera utilização ilustrativa ou instrumental da tecnologia na sala de aula. Exemplo disso, segundo a pedagoga são as aulas de informática de colégios particulares e públicos, que assumem apenas o papel de ensinar o uso dos programas.
    ?O jovem já sabe disso, ninguém precisa ensiná-lo. Por este motivo, estas aulas acabam se tornando um espaço de ?desprazer?, porque os estudantes querem utilizar a tecnologia para criar, re-significar, construir e intercambiar saberes. Infelizmente, este potencial todo a escola ainda despreza?, frisa Lynn.
    Internet e Educação
    ?A Internet é muito mais que um mero instrumento. Além de um dispositivo, ela representa um modo diferente de efetivar a comunicação e o processamento social da informação?. Esta observação é feita por Arnaud Soares Júnior, professor do mestrado em educação e tecnologia da Universidade Estadual da Bahia e autor do livro ?Tecnologias Inteligentes e Educação: currículo hipertextual?.
    De acordo com o educador, neste panorama de efetiva transformação, o uso da Internet não representa grande desafio para que os professores aprendam a sua utilização, porque suas funções mais sofisticadas são acionadas até mesmo por intuição. Isso por causa da expressão ?interface amigável?, que viabiliza o manuseio rápido e fácil.
    ?Para acessar a Internet não se requer nenhum grau mais elevado de operação mental. Mas, discriminar suas características tecnológicas, sua lógica de funcionamento, e sua natureza comunicativa e informacional, de modo crítico, criativo e politicamente engajado, requer um processo de formação mais abrangente e conseqüente. Tal não poderá ser feito, por exemplo, pelos cursos relâmpagos de informática, nem pelos treinamentos em informática básica?, analisa o professor.
    Já no que diz respeito a utilizar a internet como meio para atrair a atenção dos estudantes, Arnaud salienta que não basta prender a atenção dos estudantes com a tecnologia, porque isto já acontece naturalmente, em virtude das Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs) exercerem fascínio nas novas gerações.
    ?A questão mais importante é como garantir uma educação de qualidade com a utilização das TICs e como definir sua utilização mais pertinente em cada contexto de formação. Para tanto devem ser consideradas as condições e as necessidades inerentes a cada contexto, além das novas tensões sociais que aí se refletem em função do crescente processo de globalização?, explica Arnaud Soares.
    Para finalizar, o pedagogo menciona que diferente do que muitas pessoas acreditam, a Internet não é só uma rede meramente técnica e digital. ?A Internet dever vista pelos educadores como uma rede de comunicação, de cultura, de socialização e sociabilidade. Ela está relacionada aos interesses políticos e mercadológicos, além de sua dinâmica estar submetida aos efeitos dos desejos e de representações sociais?, conclui Arnaud.
    Jogos eletrônicos: ferramenta importante na aquisição do saber
    ?A presença dos elementos tecnológicos na sociedade vem transformando o modo dos indivíduos se comunicarem, se relacionarem e construírem conhecimentos. Somos hoje praticamente vividos pelas novas tecnologias?.
    A partir desta reflexão, Lynn Alves, professora do mestrado em educação e contemporaneidade da Uneb e autora do livro: ?Game Over: Jogos Eletrônicos e Violência?, demonstra a importância da tecnologia, em especial os jogos eletrônicos na vida dos jovens contemporâneos.
    Encarada por muitos como nocivo e prejudicial ao desenvolvimento cognitivo dos jovens, os jogos eletrônicos vêm ganhando espaço entre vários estudos e demonstram que podem ser mais um instrumento pedagógico no ambiente escolar. Esta reflexão partir da concepção que existe hoje uma geração submerso no mundo da tecnologia, que tem acesso seja através da televisão ou dos vídeos-game ou das LAN house.
    De acordo com estes estudos, os sujeitos nascidos na pós-modernidade estão imersos em um mundo altamente tecnológico. Esta geração é defendida pelos estudiosos como os ?nativos digitais? ou ?geração mídia?. Uma categoria que vem sendo largamente discutida na atualidade.
    Com a utilização de alguns jogos eletrônicos, a exemplo do Simcity, Civilizations e RPG, ?os professores podem trabalhar o aprendizado em geografia, história, porque nesse jogo desafia os estudantes a administrar recursos, criar cidades, enfrentar catástrofes, fazer escolhas, planejar, entre outras coisas?, comenta a educadora Lynn.
    Nesta perspectiva, e através do jogo eletrônico, os estudantes são estimulados a saber quais as conseqüências de colocar uma escola perto de uma fábrica poluente, além de verificarem quais os problemas sociais ou de saúde as ações realizadas durante o jogo podem causar.
    De acordo com Lynn, até mesmo nos jogos violentos, tanto crítica por inúmeros pais, podem servir de fonte de aprendizado e estímulo entre o público jovem. ?Você pode trabalhar a questão cognitiva, pois estes jogos exigem uma habilidade sensorial e motora muito grande, tomada de decisão e planejamento estratégico?, conclui Lynn.

    Fonte: http://www.overmundo.com.br/overblog/educacao-e-tecnologia-uma-alianca-necessaria#.TkiIkNf0y5Y.facebook

  • Pil Network - Rede Social para educadores - 17-04-2012

    Olá Amigos

    Hoje que apresentar uma proposta bem interessante da Microsoft chamada PIL ?Partners in Learning Network? (rede Parceiros na Aprendizagem), uma rede social mundial voltada exclusivamente para educadores. Lá você pode interagir com professores de qualquer parte do mundo, trocar informações, experiências e compartilhar ideias e projetos. Acesse o blog Educadores Inovadores e veja o passo a passo de como se inscrever. Cadastre-se já e mostre seus conhecimentos educacionais para o mundo!

     PIL ?Partners in Learning Network

    PIL Network - Uma nova forma de trocar experiências em educação

    A Microsoft Parceiros na Aprendizagem tem a honra de convidá-lo(a) para a mais nova rede mundial PIL ? ?Partners in Learning Network? (rede Parceiros na Aprendizagem). Inspirada no poder das ideias e voltada exclusivamente para educadores, a PIL foi desenvolvida com o objetivo de ampliar e divulgar projetos educacionais que fazem o uso da tecnologia e promover interação entre os educadores do mundo inteiro.
    Os professores que se tornarem membros poderão compartilhar esses trabalhos, realizados por eles mesmos ou por seus alunos, com os seus colegas que também estão conectados na rede. Para quem utiliza a tecnologia em salas de aula, esse espaço vai agregar os seus métodos de ensino.

    O portal atende 115 países e está disponível em 36 idiomas diferentes, através do uso da ferramenta Microsoft Translator. Desta forma, é possível a troca de experiências entre todos os usuários, independente da nacionalidade. Como se trata de uma nova rede mundial, você também pode sugerir traduções para a própria língua (no caso, Língua Portuguesa, do Brasil) na opção ?Sugerir Tradução?, que aparece enquanto navega.

    Fazendo parte desta ferramenta digital, você pode destacar as suas ideias e os seus projetos para o resto do mundo. Experimente este recurso global online, integre suas práticas pedagógicas e se torne um colaborador mundial para a promoção de uma educação inovadora do século XXI!

    Conheça as possibilidades que o novo portal oferece

    ? Atividades de aprendizagem ? Espaço para baixar atividades desenvolvidas por colegas do mundo todo e disponibilizar a sua;
    ? Ferramentas gratuitas e tutoriais ? Recursos inovadores que apoiam a aprendizagem, através da utilização da tecnologia em sala de aula e vídeos explicativos que irão lhe auxiliar no uso das novas ferramentas;
    ? Galerias ? Ferramentas exclusivas para download;
    ? Sistema de insígnias ? Mede sua participação no portal, ou seja, quanto mais você participa, mais reconhecimento receberá;
    ? Discussões ? Fórum global que possibilita trocas de experiências únicas;
    ? Perfil pessoal  e profissional ? Espaço para criação do seu perfil pessoal e também o perfil da sua instituição, onde é possível fazer a divulgação dos planos de aula, blogs e páginas no Facebook e Twitter;
    ? Cadastro ? Na página inicial escolha o idioma de sua preferência (no caso português) e clique em ?Entrar? na parte direita superior da HOME. Em seguida comece o seu cadastro. (Necessário possuir um Live ID).

    Clique aqui e  faça o download de um guia com o passo a passo para fazer o seu cadastro e se tornar membro do PIL Network. É fácil e rápido, inscreva-se já!

    Abraços

    Robson Freire

  • Educação + Tecnologia. Que resultados podemos esperar? - 12-04-2012

    Tradução livre: "Ok Classe, rolem a tela até a página 63"
    O governo de São Paulo anunciou que transformará 40% da carga horária de suas escolas em conteúdos digitais, com apoio de lousas digitais e computadores.
    A informação é da reportagem de Fábio Takahashi publicada na edição da última quinta-feira (05/04) da Folha de São Paulo. Reproduzimos a seguir a reportagem e deixamos a questão presente no título desta postagem para estimular o debate:Educação + Tecnologia. Que resultados podemos esperar?
     40% das aulas na rede pública serão digitais
    Estado de SP vai investir R$ 5,5 bi em dez anos para empresa instalar equipamentos, treinar docentes e criar conteúdos.
    Presidente do sindicato dos professores diz ver com preocupação ?invasão? de empresa no conteúdo das aulas.
    FÁBIO TAKAHASHI
    DE SÃO PAULO
    O governo de São Paulo decidiu que uma empresa será a responsável por instalar equipamentos de tecnologia nas escolas, treinar professores para as atividades e até desenvolver conteúdos digitais para as aulas.
    Segundo as regras anunciadas ontem pela gestão Geraldo Alckmin (PSDB), 40% das aulas passarão a ser dadas com esses conteúdos.
    Haverá, por exemplo, vídeos de cinco minutos para a explicação de conceitos e jogos para fixação de conteúdo.
    O projeto abrange todas as disciplinas dos colégios estaduais de 5º ao 9º ano dos ensinos fundamental e médio.
    O investimento previsto pelo governo é de R$ 5,5 bilhões, em dez anos. O valor é cinco vezes maior do que o reservado para este ano para reformas nas escolas.
    A empresa ainda será escolhida. Segundo a Secretaria da Educação, o governo vai analisar critérios técnicos.
    A pasta prevê que em 2013 comece a instalação de lousas digitais (sensíveis ao toque e conectadas à internet). Depois, serão distribuídos ?dispositivos móveis? (como notebooks ou tablets).
    Com a utilização de conteúdos digitais, hoje escassos na rede, o governo visa melhorar seu ensino -que apresentou pouca melhora no ensino fundamental e recuo no ensino médio, segundo o Idesp (avaliação do Estado).
    Os conteúdos deverão seguir o currículo da rede, disse a Secretaria da Educação.
    Pesquisas nacionais e internacionais que abordaram o uso de tecnologia na educação não detectaram melhora no rendimento dos alunos.
    Uma das hipóteses é a de que o conteúdo e a formação dos professores eram inadequados -por isso, o aluno se distraía com a tecnologia.
    De acordo com o governo, o projeto vai melhorar o interesse dos alunos e a qualidade das aulas.
    A decisão ocorre em meio a uma crise. Nos últimos meses, o governo chegou a chamar até docentes reprovados no teste de admissão.
    Presidente da Apeoesp (sindicato docente), Maria Izabel Noronha diz ser favorável à incorporação da tecnologia nas escolas.
    Porém, ela critica o fato de uma empresa ser responsáveis pelos conteúdos. ?É uma invasão?, disse.
    A presidente do sindicato também crítica a política do governo. ?Não tem recursos para nossa valorização, mas tem para essa parceria privada? Parece até que querem cobrir a falta de professores com esses conteúdos.?
    A Secretaria da Educação diz que terá de aprovar os conteúdos e que já há política de valorização aos docentes.
     Para educadores, tecnologia deve ser usada com cautela
    Pesquisador diz que o primordial é investir na formação dos professores.
    Professora da Unicamp afirma que ideia é ?privatista? porque as empresas cuidariam do conteúdo digital na sala.
    DE SÃO PAULO
    Pesquisadores consultados pela reportagem afirmaram ser favoráveis à introdução de tecnologia nas escolas estaduais. Disseram, porém, que o projeto do governo tem problemas.
    ?Muita gente diz que a escola mantém práticas defasadas. O projeto pode ser interessante, até porque os índices de qualidade estão ruins?, disse a professora do curso de pedagogia Angela Soligo, da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas).
    Por outro lado, ela vê como problema o fato de empresas criarem conteúdos para as aulas. Ele disse que há o risco de a iniciativa privada passar suas ideias e conceitos aos estudantes. ?Mesmo que sutil, é privatização de uma obrigação do Estado.?
    Ela criticou também a fixação de um percentual destinado aos conteúdos digitais. ?O professor deve ter liberdade. As turmas são diferentes.?
    Ex-representante da Unesco (braço de educação da ONU) no Brasil, Jorge Werthein, disse que ?os alunos estão familiarizados com as tecnologias, o que pode aumentar o interesse nas aulas?.
    Ele destaca, porém, ?que todas as pesquisas mostram que há dificuldade em converter essa política em qualidade de ensino?.
    CAPACITAÇÃO
    Para ele, a experiência de países com bons desempenhos mostra que o primordial é investir na formação dos professores.
    ?Não é rejeitar as tecnologias. Deveria haver uma interação melhor entre o que as redes de ensino querem e o que as faculdades oferecem aos seus estudantes?, afirma.
    Em reposta às críticas, a Secretaria de Estado da Educação afirmou que os conteúdos digitais seguirão seu currículo e que deverão ser aprovados pela própria pasta.
    Disse ainda que os professores não perdem autonomia com o projeto e que um dos seus pilares é justamente a formação de docentes.
    PROPOSTA
    A ideia do projeto apresentado pelo governo, chamado Aula Interativa, foi proposta pela Dell Computadores.
    A companhia fez uma manifestação de interesse da iniciativa privada, mecanismo previsto na legislação das PPPs (Parcerias Público-Privadas).
    Nesse dispositivo, cabe ao poder público avaliar a pertinência da proposta -que, neste caso, foi aprovada.
    Agora, caberá ao Estado definir qual empresa efetivamente implementará o projeto. (FÁBIO TAKAHASHI)

  • Cobertura do Campus Party #CPBR5 e do #Educaparty - 09-02-2012
    Olá amigos

    Ontem é hoje (até agora) foram maravilhosos do ponto de vista dos debates que rolaram no Campus Party #CPBR5 e no #Educaparty dois debates fantásticos que todo educador deveria ter tido a oportunidade de acompanhar. O primeiro foi o debate Cultura Livre e Inovação em Educação com Tel Amiel (@edaberta), Nelson Preto (@nlpretto), Regina Alves e Felipe Sanches e o outro foi o "Games na Educação: apertando o start" com Gustavo Steinberg, Luciano Meira, Mila Gonçalves (@miladatgon), Sabrina Carmona, Lynn Alves.

    Perguntas e frases como "A educação vai se reeducar?", "O bom professor é o que tem a capacidade de atrapalhar e não de ajudar" foram só a ponta de um iceberg de ideias maravilhoso que vai render com certeza muito debate e reflexões.

    Agora um vídeo oficial do Campus Party #CPBR5 com o resumo do segundo dia.



    Aqui tem um resumo detalhado do primeiro dia do #Educaparty http://ht.ly/8Y9N9.

    Amanhã mais novidades pra vocês aqui no Caldeirão de Ideias

    Abraços

    Robson Freire

  • #Educaparty e o #CPBR5 começaram muito bem - 08-02-2012
    Olá amigos

    Ontem o Campus Party #CPBR5 foi cheio de atividades e a abertura do #Educaparty com a palestra do Sugata Mitra onde ele deu um show de simplicidade e de conhecimento de educação muito raro. Suas previsões sobre o fim do celular e a entrada inevitável deste na sala de aula mostram uma visão bem futurista. Suas experiências foram bem absorvidas pelos presentes. Especialista em tecnologia educacional, ele acredita que o aparelho vai dar lugar a outra tecnologia em cerca de 5 anos, assim como aconteceu com a vitrola e o walkman:

    "O celular foi ficando melhor, mais barato e rápido. Se eu tivesse que fazer uma previsão, diria que ele vai desaparecer em 5 anos?, afirmou. Segundo Mitra, as novas tecnologias vão lançar um desafio aos professores. ?O que a educação deve fazer quando os jovens tiverem o Google nas suas cabeças? Como você vai saber que um contabilista é mesmo um contabilista ou se ele está apenas usando o Google? O significado da educação, do diploma, terá que mudar em menos de 10 anos?,

    Sugata Mitra mostra a experiência com internet em favela na Índia (Foto: Flavia de Quadros/indicefoto.com)

    Outro grande momento foi a palestra do Andreu Veà, um dos pioneiros da internet, no palco principal da Campus Party, nesta terça-feira (7), para falar sobre o início da rede. Veà é presidente da Internet Society e ajudou a lançar e estabelecer empresas no Vale do Silício, na Califórnia.

    ?Como imaginar a internet? A internet é uma inteligência distribuída?, explicou, no evento em São Paulo. Ele, então, pediu para a plateia no Anhembi se levantar e bater palmas durante 7 segundos. ?Foram 7 segundos sincronizados. Você escuta o vizinho, vê o momento em que ele está batendo, e tenta acompanhá-lo para sincronizar a batida com a dele. Isso forma um conjunto harmônico. É um exemplo de inteligência distribuída, e é assim que funciona a internet.?

    Andreu Veà na Campus Party 2012 (Foto: Flavia de Quadros/indicefoto.com)
    Bem o dia hoje continua cheio de atividades e de novidades acontecendo o tempo todo, para esse blogueiro insider do #Educaparty. Amanhã traremos um outro resumo do que rolou de novidades e de interessante no Campus Party #CPBR5 que vai contar com as palestras de Dave Haynes e de Neil Harbisson o primeiro cyborg... IMPERDÍVEL. Lembrando que para quem não pode estar presente (\o/) as transmissões das palestras podem ser acompanhadas pelo canal oficial do Campus Party #CPBR5 que é o Campus Party Live http://live.campus-party.org/

    Abraços

    Robson Freire

  • Vai começar a festa: Educaparty no Campus Party 2012 - 01-02-2012
    Olá amigos

    Vai começar o Campus Party 2012 - #CPBR5, um dos maiores eventos de tecnologia que chega em sua 5ª edição no Brasil com uma grande novidade: o evento Educaparty - #educaparty .


    O que é o Educaparty?

    O Educaparty é um movimento que visa aproximar a educação dos avanços das recentes inovações em tecnologias digitais, que teve sua primeira edição na Espanha. A Fundação Telefônica vai levar um verdadeiro time de feras de educadores, especialistas, pesquisadores, gestores e universitários das mais variadas cidades brasileiras para vivenciar a intensa programação da Arena e da Área Expo e também participar de uma programação diferenciada, especialmente elaborada para esse público.

    Vai ter gente do calibre do Sugata Mitra entre outros maravilhosos palestrantes. Veja alguns temas e palestrantes já confirmados:

    - Cultura Livre e Inovação na Educação com Felipe Sanches (Garoa Hacker Club/SP), Nelson Pretto (UFBA), Tel Amiel (UNICAMP), Regina Helena Alves (CCNM/UFMG)

    - Games na Educação: apertando o Start com Lynn Alves (UNEB), Luciano Meira (UFPE), Gustavo Steinberg (BIG Festival), Sabrina Carmona (CS Games)
    - Mobilidade digital e educação: a escola para além de seus muros com Juarez Silva (UFSC), Eveline Erbele (UCA-RS), Suintila Pedreira (Educação Unipresente)

    - Lan Houses e telecentros como espaços de educação com Cristina Mori (Min. das Comunicações), Jader Gama (Coletivo Puraqué, PA) e dos meus amigos queridos Rafael Parente e da querida amiga Mary Grace.

    A lista completa dos palestrantes vocês podem ler aqui.

    Bem eu estarei lá bem de pertinho olhando tudo e trazendo aqui e tudo que rolou nas atividades e mesas. Se você também é educador, vem para a Campus Party e está interessado em conectar as novas tecnologias digitais à educação, acompanhe aqui a programação do Educaparty. O Educaparty também terá sua própria grade de programação com conteúdos e atividades relacionadas à Educação na Cultura Digital, além de momentos de integração entre os participantes desse movimento.

    Programe-se: de 07 à 10 de fevereiro de 2012, no Anhembi Parque ? São Paulo

    Acompanhe na/pela web

    Twitter - Tag oficial do evento #educaparty
    Twitter - Tag da Campus Party Brasil 5 #CPBR5
    Twitter @educaredebrasil
    Facebook Educarede Brasil
    Educarede - Grupo de Estudos Educar na Cultura Digital
    Twitter @FT_Brasil
    Site oficial Campus Party Brasil

    Não deixe de acompanhar. Participe.

    Abraços

    Robson Freire

  • Moving Planet - Um dia para ir além dos combustíveis fósseis - 17-08-2011
    Olá amigos,

    Vocês precisam ver este vídeo:

    Maneiro não? Você provavelmente ainda não sabe que pessoas ao redor do mundo estão se preparando para o "Moving Planet": um motivador, grande e lindo dia de ação climática que acontecerá neste 24 de setembro. O movimento foi organizado pela 350.org está construindo esse movimento global de bases para resolver a crise de clima.

    Mas você sabe o que é 350? 350 é o número que os principais cientistas dizem ser o limite máximo de segurança para a quantidade de dióxido de carbono na atmosfera. Os cientistas medem o dióxido de carbono em "partes por milhão" (ppm), por isso 350ppm é o número abaixo do qual a humanidade tem de chegar o mais rápido possível para evitar mudanças climáticas descontroladas. Para lá chegar, precisamos de um tipo diferente de PPM - "people powered movement", um movimento feito de pessoas como você em cada canto do planeta.

    Moving Planet é uma manifestação mundial que visa nos levar para além dos combustíveis fósseis e exigir soluções climáticas. Venha de bicicleta, patins, skate ou a pé. Venha com seus vizinhos e amigos, sua família e colegas de trabalho. Venha fazer parte de um grande movimento.

    Tudo isso porquê por muito tempo os nossos líderes negaram e atrasaram, comprometeram-se e cederam. Essa era tem que chegar ao fim: está na hora de superarmos a crise climática e nos mexermos.

    Este será um dia incrível ? será quando começaremos a mover o planeta para longe dos combustíveis fósseis. Venha de bicicleta, de skate, de prancha, ou a pé. Venha
    com seus amigos, com sua família, com seus vizinhos ou com seus companheiros de trabalho. Venha fazer parte desse movimento global para exigir ações dos líderes mundiais. É hora avançar sobre a crise climática.

    No entanto, pode ser que algumas pessoas da nossa rede de contatos não saibam sobre o grande dia. Este vídeo é a forma perfeita de divulgar e espalhar a notícia e construir este movimento.


    Agora faça sua parte e publique-o no Facebook, compartilhe-o no Twitter e encaminhe este vídeo por e-mail para seus amigos.

    No dia 24 de setembro, não vamos apenas demonstrar que um outro mundo é possível ? vamos mostrar que estamos preparados para construir esse mundo a partir do zero. Um mundo alicerçado em bicicletas, não em carros. Um mundo fundamentado em energias renováveis, não em derivados de petróleo. Sobretudo, um mundo que se preocupa mais com os direitos das pessoas e com a saúde do nosso planeta do que com os lucros dos poluidores.

    Para criar esse mundo, vamos precisar de um movimento sólido ? e esse movimento será construído por pessoas como você! Divulgue a notícia para seus amigos e família e faça com que eles se envolvam. Por favor não fique apenas olhando, faça sua parte hoje mesmo.

    Avante,

    Robson Freire

  • Feliz Dia dos Pais - 14-08-2011
    Olá amigos

    Hoje é Dia dos Pais e eu quero homenagear a todos pais que frequentam aqui no Caldeirão de Ideias. Vou contar a vocês uma pequena historia que compartilhei com meus seguidores no Twitter.


    Vou contar uma micro historia sobre meu pai, que vai com certeza agradar a todos os pais...

    Quando eu tinha mais ou menos uns 7 anos, meu pai me levou pra aprender a andar de bicicleta. Foi uma incompatibilidade total eu e a bicicleta. Mas com jeito ele foi me fazendo perder o medo e eu fui conseguindo andar até que deslanchei e aprendi me equilibrar na danada da bicicleta.

    Ai já descansando dos tombos, ralados tradicionais e choros ele me perguntou o que tinha sido mais difícil. Eu respondi que tinha sido o medo e os tombos. Então ele me olhou com aquela cara de paizão e me falou isso: "Cada tombo daquele eu senti na carne, cada lagrima daquela queimou o meu rosto, mas nada superou a felicidade de ver você vencer seu medo". Então eu nunca mais tive medo na vida pois sempre que eu sentia medo, eu fechava meus olhos e pensava naquele minuto e sabia que ele estava ali comigo me ajudando a superar.

    Pai esteja onde você estiver: Feliz Dia dos Pais e Eu Te Amo

    Do seu filho querido

    Robson Freire

  • Estudar Vale a Pena - 11-08-2011
    Olá Amigos

    Hoje 11/08 é o Dia do Estudante, e em comemoração está rolando na blogosfera uma "blogagem coletiva" com o tema #estudarvaleapena. O movimento foi idealizado por uma marca conhecida que está envolvida na iniciativa, mas o movimento é valido e mostra engajamento de todos por uma boa causa: a educação no Brasil.
    Fui criado dentro de uma casa onde estudar e ler eram coisas prioritárias. Mas a falta de recursos me impediu de estudar ?nos melhores colégios? e a saída foi estudar em escolas publicas. Mas desde o inicio meu pai me disse que o que importava de verdade era a minha vontade de me superar. Então tomado por esse sentimento de superação fui à luta.

    Fiz a educação infantil e o ensino fundamental em escola publica, fiz o exame de admissão (sim eu sou daquele tempo sim) e consegui uma vaga no melhor colégio de ensino médio público. Mas ai o destino coloca seu dedo e dá uma quinada na minha vida. Minha avó que era costureira, fazia roupas para a dona de um colégio de ensino médio de renome, com horário integral e construtivista. Fui estudar lá com bolsa de estudos e desde o primeiro dia vi que eu era o diferente no pedaço.

    Eu chegava de bicicleta e meus amigos de motorista, todos frequentavam clubes de equitação, tênis e de iatismo e eu soltava pipa no quintal de casa e batia bola na rua. Mundos bem diferentes, mas ai que entra a superação na historia. Me lembre-me de meu pai falando que se eu quiser ser notado eu deveria ser melhor que todos eles. Então fui a luta e fiz a diferença a meu favor.

    Fui o melhor aluno durante três anos seguidos, e como consequência passei no vestibular pra engenharia como 1º colocado na disciplina e 3º no geral. Nem acreditei quando vi o resultado. Ai meu pai que estava sentado escrevendo algo olhou pra mim é me perguntou: Parabéns meu filho!!! Ai, você conseguiu e agora?

    Olhei pra ele e me vi revendo toda a caminhada e todo esforço que foi feito até ali, pensando no que estava ainda por vir e vi que estudar tinha valido a pena mesmo. Mudou não só o meu destino, mas a vida de muitas pessoas a minha volta. Hoje digo aos meus alunos que não estudamos para ser melhores ?que os outros?, mas sim para sermos melhores ?pra todos?.

    Certa vez fui a UERJ ver uma palestra do grande mestre professor Darcy Ribeiro e lá ele disse uma coisa que eu nunca esqueci. Ele disse que a verdadeira revolução começa e termina na sala de aula. Que com a força da superação pessoal podemos fazer do mundo um lugar melhor.

    Como muito bem disse Fernando Pessoa ?Pedras no caminho? Guardo todas, um dia vou construir um castelo...? , então nunca deixe que nenhum limite tire de você a ambição da auto-superação. Exemplos de pessoas que começaram a estudar tarde são conseguiram se formar são comuns hoje em dia.

    E acredite estudar vale a pena sim. Estudar não transforma só você, mas transforma o mundo todo a sua volta.

    Abraços

    Robson Freire

  • Pra Refletir - 09-08-2011
    ?

    "A educação torna as pessoas fáceis de conduzir,
    mas difíceis de dirigir, fáceis de governar,
    mas impossíveis de escravizar" Henry Peter

  • Professor precisamos de sua luta e de sua voz - 23-07-2011
    Olá amigos

    Uma intensa onda vigilantista mundial vem assolando o ciberespaço. E hoje venho falar sobre esse tema que tem passado despercebido pela maioria dos meus colegas professores: as tentativas de controlar a rede ou como ficou conhecido o AI-5 Digital #AI5Digital

    A liberdade de expressão e informação é um direito humano reconhecido. O artigo 19 da Declaração Universal dos Direitos Humanos afirma que todos tem o direito à ?liberdade de, sem interferências, ter opiniões e de procurar, receber e transmitir informações e ideias por quaisquer meios, independentemente de fronteiras?. Hoje, a internet é o meio dominante de troca de informações.

    Não ter acesso livre  é uma afronta aos direitos já conquistados e uma forma de impedir a livre troca de informações.
    Neste momento, nosso foco principal esta no PL 84/99, a polêmica ?Lei Azeredo?. A proposta, que prevê a punição para crimes digitais, causa arrepio em muitos militantes das redes sociais, que já estão chamando a proposta de ?AI-5 Digital, que tramita na Câmara. A pressão para a aprovação do projeto vem aumentando, e para mostrar que há resistência popular, Deputados, Ciberativistas, e diversos coletivos e organizações se mobilizaram para diversos atos públicos Brasil afora para mostrar nossa indignação
    Este movimento liderados pelos governos são fomentados por grandes corporações e os velhos barões da mídia que se beneficiarão com a censura e controle da Internet.Esta liberdade esta incomodando o ?establishment?, e fazendo com que grandes corporações e os governos andem de mãos dadas para tornar a Internet um ambiente controlado, um ambiente onde o capital volte a dominar.

    No Brasil já existem diversas ações vigilantistas, são censuras de blogs e até de jornais inteiros, são comunidades no Orkut que são sumariamente eliminadas, e são diversos projetos de lei que tramitam na Câmara e no Senado que tornarão a Internet no Brasil um ambiente inóspito.
    Por mais tentativas que ?o lado negro da força? venha tentando controlar a rede, fica evidente todo dia que a rede nos pertence. Foi como se a rede desse um megafone a cada um de nos para que possamos expressar nossas opiniões, por mais louca, simples ou filosófica que ela possa ser.


    Essa rede nos deu também a possibilidade de sermos extremamente criativos, de extrapolarmos os limites de nossa imaginação, mas principalmente de podermos demonstrar isso para nossos amigos, família ou para pessoas totalmente estranhas aos nossos círculos, pelo simples desejo de conhecer coisas diferentes e criativas irão ver nosso trabalho.


    Para acessarmos a mídia do jeito que queremos e principalmente dizer o que quisermos, devemos primeiro defender o direito de usar a rede livremente, antes de criminalizar precisamos decidir quais são os nossos direitos na rede. E principalmente deve ser considerado crime a violação de alguns desses direitos. Por isso a participação de todos no Marco Civil Regulatório é fundamental para todos que usam a rede.

    Na tentativa de frear a aprovação do AI-5 Digital, uma mobilização da sociedade civil conseguiu reunir mais de 160 mil assinaturas numa petição online chamada ?Pelo veto ao projeto de cibercrimes ? Em defesa da liberdade e do progresso do conhecimento da internet brasileira?.

    Nesse momento todos devemos ter um único propósito: o de que a regulamentação da internet no Brasil deve respeitar acima de tudo o princípio da liberdade de expressão e a livre circulação de conteúdos, possibilidade peculiar da rede mundial de computadores. O contrário disso representa seguir o rumo da contramão da história.

    Reforçar este ponto chave no debate da regulação da internet do Brasil deve ser uma tarefa de todas e todos os brasileiros. O que está em jogo é o fluxo do poder que sai das mãos da velha mídia e seus barões para pessoas como eu e vocês. Hoje qualquer um pode chamar a atenção do público com uma música, um vídeo, um texto ou uma simples imagem e é isso que importa: você é o autor dessa revolução. E eles querem tirar isso de você.

    A rede está finalmente tornando-se, naquilo que sempre quisermos/sonhamos: um lugar onde as grandes empresas nunca poderão controlar e onde o povo pode se expressar livremente. Ou seja: A Fronteira Final.


    Mas todo esse poder e liberdade têm um preço: sua luta. Por isso sua participação na defesa desses direitos é tão importante contra aqueles que querem retomar esse poder de você, assim tirando o direito de decidir o que fazer na rede.

    Então querido professor faça a sua parte: Lute, mobilize, proteste, solte sua voz contra essa violência. Diga um #MEGANÃO ao #AI5Digital
    Para saber mais recomendo os links:
    Ivana Bentes  (parte 1, parte 2 e parte 3)
    Blog do Sergio Amadeu ( link1, link2, link3 )

    Abraços e vamos à luta por uma internet livre

    Robson Freire

  • Como fazer um plano de aula - 22-07-2011
    Olá Amigos

    Se tem algo que eu aprendi foi a importância de se fazer planos de aula. Em pelo menos varias situações que envolviam o planejamento utilizando a estrutura clássica:

    Objetivos > Tópicos do Conhecimento > Cronograma de trabalho > Formas de Mediação > Recursos > Avaliação > Bibliografia.

    Seguindo aquela ideia de sistematizar conhecimentos que andam espalhados e fragmentados pela web, esse artigo pretende detalhar todo o processo de elaboração de um plano de aula e algumas variações que podem ocorrer (dependendo da teoria pedagógica do orientador ou da universidade). No final do texto, está disponível para download, no formato PDF, um modelo de plano de aula feito por mim nesse semestre que passou, o qual vamos analisar ao longo desse artigo.

    Para que um plano de aula?

    Para quem, como eu, está iniciando sua prática pedagógica, é muito importante ter bem claro tudo que se pretende fazer durante uma aula. Ter um plano detalhado que registre seus objetivos, a matéria que será trabalhada, o material utilizado, o que será feito e quanto tempo vai levar proporciona uma organização que pode ser a diferença entre uma aula bem sucedida ou não. Eu mesmo já achei tudo isso uma besteira, mas percebi na prática como a falta dessa organização pode levar ao fracasso total.

    Livros sobre planos de aula

    Plano de Aula 5ª e 6ª Séries 
     
    Plano de Aula 7ª e 8ª Séries 
    Preparando Aulas: Manual prático para professores 

    Planos de aula de Português e Literatura

    Os planos da área de Letras têm uma característica em comum que torna sua elaboração semelhante: eles costumam partir de um texto que o professor deseja trabalhar com a turma. A partir desse texto e dos temas que se desprendem dele, são buscados outros recursos ? como músicas, vídeos ou imagens ? a fim de tornar a proposta mais rica e atraente para os alunos.
    Para exemplificar, vou usar um plano de aula que fez parte do meu relatório de estágio. Nesse plano, o objetivo era estudar um gênero literário com os alunos, sem, contudo, recorrer à velha história de passar uma lista de regras referentes a um determinado gênero (por exemplo, dizer simplesmente que o conto é uma narrativa curta composta por introdução, desenvolvimento, clímax e desfecho).

    Planejamento e seleção de material

    Escolhi o gênero conto por ser um tipo de texto geralmente mais curto, leve e de rápida leitura ? de nada adiantaria escolher um texto maravilhoso porém gigante, que os alunos passariam a aula inteira lendo. Além disso, bons contos costumam prender o leitor logo no primeiro parágrafo, coisa extremamente importante para alunos do ensino médio que costumam ter uma imagem negativa da leitura como sendo ?chata?.
    Escolhido o gênero, lembrei do autor que todo mundo gostava no meu tempo de escola: Luis Fernando Veríssimo. Instantaneamente lembrei do divertidíssimo conto Grande Edgar, que está no livro Mentiras que os Homens Contam, o qual transformamos em peça de teatro naquela época (eu atuei como o personagem principal, acreditem).

    O próximo passo é analisar que temas podem ser abordados a partir desse texto. Na minha interpretação, vieram à tona assuntos como ?como nos distanciamos de pessoas importantes ao longo da vida?, ?como nos tornamos ?apenas mais um? aos olhos da sociedade?, ?como nós mesmos não nos damos a devida importância?, etc.

    Com os temas de trabalho definidos, agora é possível pesquisar materiais alternativos (no sentido audiovisual da palavra) que possam enriquecer a aula. Eu segui para o caminho da música, que, por geralmente ter letras que podem ser trabalhadas como poemas, acabam diversificando os tipos de textos trabalhados, mas nada impedia que imagens e/ou vídeos fossem utilizados. A música que escolhi foi Maior Abandonado, de Cazuza e Frejat (música e clip abaixo):



    Com o material escolhido e definido, é hora de organizar tudo segundo aquela clássica estrutura acadêmica. Além disso, é preciso pensar em como desenvolver a aula a partir dessa base.

    Escrevendo o plano de aula

    Um plano de aula sempre começa traçando objetivos. Tais objetivos sempre devem começar por um verbo no infinitivo e, como regra geral, devem ter um ?para que?, ou seja, a frase deve ser composta por duas sentenças. Assim:
    Objetivo = Habilidade desenvolvida + qual a razão de desenvolver essa habilidade.
    Um exemplo:
    Expressar suas ideias e opiniões de forma oral e escrita para aprimorar sua capacidade comunicativa.
    Eu disse que essa é uma regra geral pois alguns objetivos envolvem habilidades tão amplas que fica difícil (e até sem sentido) definirmos uma motivo para elas. Por exemplo:
    Compreender e interpretar o texto e a música trabalhados.
    Além disso, é importante lembrar que os objetivos de um plano de aula sempre referem-se às habilidades e competências que o aluno deverá desenvolver. Uma dica útil: ao elaborar seus objetivos tenha em mente a frase ?Ao término da aula, o aluno deverá ser capaz de??
    • Identificar o gênero conto.
    • Compreender e interpretar o texto e a música trabalhados.
    • Comparar as duas formas de abandono/distanciamento as quais o texto e a música referem-se para dar-se conta de que o valor individual das pessoas está cada vez menor em meio à multidão.
    Existe uma briga terminológica que não acaba mais entre os pedagogos, então alguns preferem que os objetivos específicos sejam chamados de projeção de finalidades, mas isso não muda a forma como devem ser escritos.
    Em seguida, é hora de definir o cronograma dos trabalhos. Aqui, basicamente, você deve escrever, de forma resumida, tudo que vai fazer durante a aula e fazer uma estimativa de quanto tempo vai levar cada passo. O meu ficou assim (assumindo que a aula seria de dois períodos de 50 min. cada):
    1. Apresentação da música Maior Abandonado, de Cazuza e Frejat (5 min.).
    2. Compreensão e interpretação da música de forma oral, tentando levantar assuntos que se relacionem com o tema do abandono/distanciamento entre pessoas, tratado no conto que virá a seguir (20 min.).
    3. Apresentação do conto Grande Edgar, assim como de seu autor, Luis Fernando Veríssimo (5 min.).
    4. Leitura silenciosa do conto (10 min.).
    5. Leitura expressiva do conto pelo professor (5 min.).
    6. Compreensão e interpretação do conto de forma oral, destacando temas como ?como nos distanciamos de pessoas importantes ao longo da vida?, ?como nos tornamos ?apenas mais um? aos olhos da sociedade?, ?como nós mesmos não nos damos a devida importância?, etc. (25 min.).
    7. Análise do conto conforme as estruturas características do gênero (apresentação, complicação, clímax, desfecho) (15 min.).
    8. Escrita de um pequeno texto que responda a pergunta ?Quem é o ?maior abandonado do título da música?? (15 min.).
    Terminado o cronograma, é hora de escrever a lista de Tópicos do Conhecimento (ou, com o nome antigo, Conteúdo Programático). Basicamente é uma lista de temas e assuntos estudados durante a aula. Referem-se a fatos, conceitos e princípios, procedimentos, atitudes, etc.
    • Leitura, análise e interpretação do conto Grande Edgar, de Luis Fernando Veríssimo.
    • Leitura, análise e interpretação da música Maior Abandonado, de Cazuza e Frejat.
    • Gênero conto.
    • Gênero letra de música.
    Logo após, vem a parte mais trabalhosa do plano, que são as Formas de Mediação (ou Procedimentos, ou Operacionalização, ou qualquer outro nome que inventarem). Aqui devem ser detalhados todos os passos listados no cronograma. Escreve-se sobre ações, processos ou comportamentos que serão propostos pelo professor durante a aula, sempre baseando-se nos objetivos previstos.
    A minha aula, por exemplo, eu separei em 3 momentos:

    Primeiro Momento

    Composta pela apresentação da música e por sua compreensão e interpretação. Algumas questões orais deverão guiar a discussão, tais como:
    • O que é um ?maior abandonado?, citado no título da música?
    • Por que a música diz que ?raspas e restos me interessam? (linhas 8 e 9), ?mentiras sinceras me interessam? (linha 11)?
    • O que são ?mentiras sinceras??
    • Quem é o ?tu? ao qual a música se refere?
    • A que se refere a passagem ?pequenas porções de ilusão? (linha 10)?
    • Que tipo de proteção o ?maior abandonado? deseja?

    Segundo Momento

    Apresentação do conto Grande Edgar, do livro de onde ele foi retirado, As mentiras que os homens contam, e do autor Luis Fernando Veríssimo. A obra pode passar de aluno em aluno para que seja manuseada e vista mais de perto. Caso houver exemplares na biblioteca, é importante que isso seja informado aos alunos.
    Após é feita a leitura silenciosa pelos alunos e em seguida a leitura expressiva pelo professor. A compreensão e interpretação é feita de forma oral, guiada por questões como:
    • Já lhe aconteceu situações parecidas com a do conto? De que forma? Você esqueceu de alguém, ou alguém esqueceu quem você era?
    • Por que nos esquecemos tão facilmente dos outros?
    • Por que confundimos estranhos com pessoas conhecidas?
    • Por que o personagem ?naturalmente? escolhe o caminho ?menos racional e recomendável, que leva à tragédia e à ruína??
    • Será que nós ou as outras pessoas são tão pouco importantes a ponto de sermos esquecidos? Será que nós nos damos a devida importância?
    Terminada a discussão, é feita a entrega de um resumo teórico sobre o gênero conto, com um pouco sobre sua história, principais autores e características estruturais. O professor faz, junto com a turma, a análise do conto Grande Edgar conforme aquelas características (apresentação, complicação, clímax, desfecho).

    Terceiro Momento

    Feita a análise do gênero, faz-se a avaliação, que consiste na elaboração de um pequeno texto que responda questões como ?Quem é o ?maior abandonado do título da música??, ?Você conhece maiores abandonados como aquele do qual a música fala??, ?O que fazer para não virarmos maiores abandonados??

    E com isso o plano de aula está praticamente feito. Faltam algumas coisinhas como os Recursos que serão utilizados, que são aqueles meios materiais ou humanos que fogem ao padrão de uma aula ?comum?, ou seja, ninguém vai colocar que vai usar giz e quadro negro, mas aparelho de som, retroprojetor e outras coisas específicas, sim:
    • Aparelho de som
    Finalmente chegamos ao item Avaliação, que, nas concepções mais recentes, costuma ser definida como um ?processo contínuo e global com função de diagnosticar, acompanhar e avaliar? (daqueles textos sem referência bibliográfica que alguns professores distribuem na universidade). O importante é o seguinte: avaliação não é só prova. A minha, para essa aula, ficou assim:
    Levará em conta a participação do aluno nas discussões e também o texto elaborado em aula, cujo tema permite que seja observado o entendimento do aluno perante os conteúdos apresentados.
    E para terminar, obviamente, as Referências Bibliográficas do material utilizado na aula:
    CAZUZA e FREJAT. Maior abandonado. Disponível em: . Acesso em: 22 abr. 2009.
    GIARDELLI, Mempo. Assim se escreve um conto. Trad. De Charles Kiefer. Porto Alegre: Mercado Aberto, 1994.
    JÚNIOR, R. Magalhães. A arte do conto: sua história, seus gêneros, sua técnica, seus mestres. Rio de Janeiro: Edições Bloch, 1972.
    SOARES, Angélica. Gêneros literários. São Paulo: Ática, 1997.
    VERÍSSIMO, Luis Fernando. Grande Egar. In:__ As mentiras que os homens contam. São Paulo: Objetiva, 2000.

    Modelo de Plano de Aula

    Temos um plano de aula completo, o qual eu espero que possa servir de modelo para os professores de primeira viagem ou mesmo para aqueles mais antigos que gostam de ficar por dentro do que está sendo ensinado nas universidades. É bom deixar claro que essa não é a única forma possível de se fazer um plano; cada orientador pode fazer pequenas modificações conforme achar mais interessante ou conforme as regras da universidade.
    Abraços

    Fonte: http://migre.me/56Sxr

  • Tablets vão substituir livros na escola pública - 21-07-2011
    Das dez maiores editoras, sete migram para livro digital

    FTD, Moderna e Melhoramentos estão entre as que têm versões para tablets de seus conteúdos

    O Ministério da Educação confirmou que o governo estuda implantar um programa de educação digital com uso de tablets em conjunto com o material tradicional do Plano Nacional do Livro Didático (PNLD). O primeiro passo para isso foi a medida provisória, publicada em maio, que dá benefícios fiscais aos tablets feitos no país, visando reduzir em até 36% os preços e tornando-os mais acessíveis.

    Segundo levantamento feito pelo BRASIL ECONÔMICO com as dez maiores editoras de material didático do país, sete já têm projetos de migração e criação de conteúdo digital para tablets. A Saraiva informou por meio de sua assessoria de imprensa que não tem projetos e duas editoras não responderam. A FTD, que vendeu R$ 162,9 milhões ao PNLD, lança no segundo semestre seu primeiro catálogo de livros de literatura digitais. "Trabalhamos com projeto em livro didático pensando no longo prazo, porque o desafio é desenvolver conteúdos específicos para a nova mídia, com linguagem diferenciada", diz Antônio Luiz Rios, superintendente da empresa.

    E ela não é a única de olho neste mercado. A Editora Moderna, segunda maior no ranking de fornecedores do PNLD, também trabalha na adaptação do conteúdo digital aos tablets, além de já ter no mercado produtos como o Moderna Plus, um material híbrido que une papel e conteúdo digital.

    Segundo Eduardo Cardoso Júnior, diretor de tecnologia educacional da Aymará, que quer consolidar a venda de livros para o governo, não há como dissociar a tecnologia dos projetos pedagógicos. " O advento dos tablets materializou essa integração, mas não acreditamos que os livros em papel vão acabar. Só ganharão uma função diferente no futuro", diz, ressaltando que a editora também conta com projetos para tablets.

    Por enquanto, de acordo com Breno Lerner, superintendente da editora Melhoramentos, a demanda por livros em formato digital, como os dicionários da linha Michaelis, ainda é pequena e surgiu no último semestre. "Cerca de 15 escolas já se interessaram, mas há seis meses o número era zero, o que mostra a rápida mudança do mercado", afirma.

    A Melhoramentos fornece dicionários para o PNLD e vende estas obras nas lojas da Apple e no Android Market para download.

    Segundo Lerner, o aplicativo do dicionário de português ficou entre os dez mais baixados da loja da Apple no ano passado. "Mais do que discutir o formato, temos que analisar a mudança pedagógica que é necessária para de fato fazermos uma revolução.

    Muitas empresas estão apenas usando os tablets como leitores digitais", afirma Tadeu Terra, diretor de Mídia Digital da Pearson do Brasil. A empresa trabalha com a criação de ambientes virtuais de aprendizado, de olho em promover a autonomia do estudante.

    "Os principais desafios para a utilização tablet hoje é, além do custo, ainda elevado, a existência de banda larga que suporte a operação, e a capacitação dos professores".

    Neste ano, 7,8 mil alunos de unidades parceiras da Pearson usam notebooks, netbooks e tablets.

    Lucratividade

    A inovação, porém, preocupa as editoras. Segundo Arnaldo Saraiva, diretor da Nova Geração, estima-se que para cada R$ 1.000 que uma editora fature hoje com livro de papel, vai faturar, no máximo, R$ 200 vendendo conteúdo digital. "Em 2012, vai haver uma debandada geral para a educação digital", afirma. Saraiva diz que o "negócio editorial didático encontra-se numa encruzilhada", porque 90% da receita vem do PNLD. C.P. e R.O.

    Modelo de negócio ainda é desafio para as empresas, pois as versões digitais de livros didáticos são mais baratas que as convencionais

    Fonte: http://goo.gl/83HxU

  • We All Want to Be Young - Um filme que vai fazer você entender a Geração Y - 16-07-2011
    Olá Amigos

    Relaxe, se esparrame na poltrona e separe 10 minutos do seu tempo para assistir o melhor filme sobre a Geração Y. Segundo o que apurei na web, o filme  'We All Want to Be Young' foi realizado pela BOX1824, uma empresa brasileira especializada em pesquisas. É um filme apaixonado sobre a nova geração. Emociona mesmo. Imperdível do início ao fim. Entenda o período em que vivemos através da geração Y.



    O filme 'We All Want to Be Young' é o resultado de diversos estudos realizados pela BOX1824 nos últimos 5 anos. A BOX1824 é uma empresa de pesquisa especializada em tendências de comportamento e consumo. Este filme possui licença aberta pelo Creative Commons. O Filme tem roteiro e a direção de Lena Maciel, Lucas Liedke e Rony Rodrigues. Que teve a participação da Zeppelin Filmes.Esse vídeo foi uma indicação da Revista Bula (@revistabula) pelo twitter.

    Raphael Primos que é jornalista, editor do Conexão Mercado e atua há três anos na área de Comunicação da TeleListas, escreveu em sua resenha: 

    "Em uma entrevista 1977 Clarice Lispector disse que todo adulto é solitário, mas outra coisa comum entre os adultos é tentar entender os jovens de sua época, pois somente compreendendo esse grupo é possível desvendar os fenômenos que acontecem em um período. E em qual era vivemos? Quem somos? Bombardeados por informações, maniqueístas do pluralismo e individualidade. Moldados por uma sociedade de consumo que nos educa para sermos globais e homogêneos. Como gritamos e mostramos ao mundo nossas individualidades?

    Antes de pertencermos ao mundo ou a qualquer grupo, somos escravos desse universo infinito e incompreendido, nós mesmos. Provavelmente se você é da Geração Y, já viu esse vídeo, que é tão last season (como dizem).Estou fascinado e sinto que começamos a entender o período pelo qual estamos passando e para quais transformações temos passado. Caos? Ansiedade crônica? Tire suas próprias conclusões."

    Depois de ver o vídeo, recomendo que você leia Stuart Hall ? ?Identidades Culturais na Pós-modernidade"

    O filme termina com uma frase mágica: "Entender a evolução do mundo é uma busca que pode nos manter jovens para sempre".  Acho que é por isso que eu adoro ser professor estar perto dos jovens me faz reviver o que tenho de melhor em mim.

    Abraços

    Robson Freire

  • Prêmio Top Blog 2011 - Vamos botar o Caldeirão de Ideias pra ferver novamente - 11-07-2011
    Olá queridos amigos

    Na edição 2009 e 2010 do Prêmio Top Blog, o  Caldeirão de Ideias, participou de forma expressiva levando o prêmio de melhor blog corporativo no segmento tecnologia profissional pelo Júri Popular (com a ajuda do seu voto popular) e em 2010 ficou também em segundo lugar pelo Júri  Acadêmico.

    Na edição 2011, contamos novamente com a sua participação e com o seu voto. 

    O Prêmio TopBlog 2011 adotou como tema este ano a questão da Educação Solidária. O que vem a ser isso? ? Respondo: É multiplicar conhecimento, experiências, técnicas, visões e vivências. O interessante dessa questão é que ela gera uma via de mão dupla; quando compartilhamos o que sabemos também recebemos conhecimento alheio, ampliando nosso próprio acervo de conhecimento.
    Prêmio Top Blog 2009 - A primeira vez ninguém esquece
    Quem vem fazendo isso desde 2006? O Caldeirão de Ideias vem disseminando esse trabalho já há algum tempo, com a ajuda de vocês.   
    Para isso pedimos que você divulgue nas suas redes sociais (Twitter, Facebook, Google+ e Orkut), possibilitando ao Caldeirão de Ideias , uma chance inédita em toda blogosfera: ganhar pelo terceiro ano consecutivo o prêmio. Fato nunca na historia desse país nenhum outro blog alcançou.

    Então vamos fazer dessa a nossa missão: que é colocar o Caldeirão de Ideias pra ferver novamente.
    Prêmio Top Blog 2010 - Uma noite de conquista pessoal
    Pra votar é muito fácil é só ir na página do Caldeirão de Ideias e clicar no selo do Prêmio Top Blog 2011 ou então clica aqui http://goo.gl/DXpN . Mas não se esqueça: Depois de votar tem que entrar no seu email e confirmar o voto. Se não confirmar o voto não é valido.

    Faça como nos anos anteriores, não deixe de votar no Caldeirão de Ideias e peça aos amigos, parentes e até aos inimigos o voto deles. Lembre-se só vale um voto por email.
    Abraços e Obrigado a todos
     
    Robson Freire

  • Tecnologia e Educação. - 27-06-2011
    Para entender a história... ISSN 2179-4111. Ano 2, Volume jan., Série 22/01, 2011, p.01-06.

    Atualmente e, no futuro, cada vez mais a tecnologia e a educação caminham lado a lado.
    Os cursos EAD - Educação a Distância - tem facilitado o acesso ao ensino superior, estendendo-se pelo Brasil e possibilitando alcançar regiões onde antes seria impossível alguém cursar uma universidade.
    Aliás, segundo especialistas, a tendência EAD deve dominar o panorama do mercado educacional, praticamente extinguindo o ensino presencial.
    Entre 2005 e 2008, a titulo de exemplo, os cursos EAD tiveram um crescimento de 600% no numero de alunos, enquanto os cursos presenciais encolheram por conta de uma concorrência predatória entre universidades privadas.
     É por isto que escolas tradicionais, como a USP e Unesp, começaram a investir em cursos EAD, seguindo uma tendência mundial adotada por universidades de ponta, como o Massachusetts Institute of Technology (MIT), Berkeley e Yale.
    Assim, torna-se fundamental, pensando no ensino fundamental e médio, repensar as questões em torno da gestão de TIC - Tecnologias da Informação e Comunicação.
    A idéia do EAD é democratizar o acesso ao saber, mas se inserir neste meio exige do educando autodisciplina e domínio dos instrumentos necessários ao bom andamento do curso.
    Portanto, é essencial que, na era da globalização, em plena sociedade da informação, o ensino elementar possibilite também o acesso a tecnologia disponível.
    O conceito de tecnologia.
    Existem muitas formas de compreender a tecnologia, portanto, antes, é necessário conceituar o que podemos entender por este termo.
    Conceitualmente, tecnologia é qualquer artefato, método ou técnica criada pelo homem para tornar seu trabalho mais leve, sua locomoção e comunicação mais fáceis ou simplesmente sua vida mais agradável e divertida.





     
    Formalmente, a tecnologia é o emprego de um conjunto de técnicas, mas filosoficamente, a partir da origem da palavra (tecno = técnica + logia = ciência), seria a teoria ou filosofia da técnica.
    O que remete a perguntar: o que é técnica?
    Por definição, a técnica é um procedimento bem definido e transmissível, destinado a produzir um resultado útil. Neste sentido, desde os gregos antigos, reflete uma prática consciente, em oposição às atitudes tomadas ao acaso. A partir do século XIX, a técnica passou a denotar uma sistematização do conhecimento que repousa sobre o saber cientifico, a racionalização do emprego de instrumentos e materiais.
    Pensando assim, tanto em seu sentido original como contemporâneo, a tecnologia é tão antiga quanto o homem. Isto porque um bastão de madeira, que amplifica um golpe e serve de extensão ao braço, também faz parte da tecnologia.
    Modernamente, existem tecnologias que amplificam os poderes sensoriais, a percepção - como o telescópio ou o microscópio, altos falantes, etc -, melhoram a capacidade de acumular informações - indo desde o papel, a escrita e o lápis até o computador -, permitem a ampla comunicação entre os homens - telefone e internet -, encurtam o deslocamento - carros, aviões e barcos -, enfim que facilitam a vida das pessoas e a necessidade humana de subjugar à natureza para sobreviver.
    No entanto, será que toda tecnologia pode ser aplicada à educação?
    Tecnologia na educação.
    Pensada na educação, a tecnologia é o que torna possível a transmissão e aperfeiçoamento do conhecimento.
    Configura o processo educacional em sentido amplo, inclusive no âmbito que extrapola a educação formalizada nas escolas.
    Isto porque podemos incluir qualquer forma de tecnologia no processo educacional, incluindo meios de comunicação, como rádio, TV e cinema, além da própria fala e escrita.
    Em um sentido mais restrito, no âmbito da escola, usamos as tecnologias tradicionais, entre as quais giz, lousa, livros, cadernos, carteiras, mesas, cadeiras, etc.
    Assim como podem ser usadas as tecnologias mais recentes, como vídeos, DVDs, computadores, teleconferência, lousa digital, ensino a distância e outras.
    Em suma, boa parte da tecnologia humana pode ser, de uma forma ou outra, aplicada a educação.
    A tecnologia em uma perspectiva histórico-cultural.
    A relação entre educação e tecnologia não poderia ser mais estreita.
    As tecnologias são a síntese produzida pelas relações sociais, sistematizadas em um momento histórico, de acordo com as necessidades humanas para subjugar a natureza.
    A humanização só aconteceu a partir do processo educacional, a apropriação de saberes através de diferentes linguagens, formas simbólicas de mediação materializadas nas interações sócio-culturais.
    Neste sentido, a tecnologia pode ser entendida como uma das linguagens que o homem utiliza na construção social para transformar as relações sócio-econômicas e culturais, além do próprio acumulo e transmissão do conhecimento, denotando as características típicas de uma civilização.
    Segundo Marx, ?a tecnologia revela o modo de proceder do homem com a natureza, o processo imediato de produção da sua vida material e assim elucida as condições de sua vida social e as concepções mentais que dela decorrem?.
    Tecnologia e sociedade da informação.
    Contemporaneamente, a globalização criou um determinismo tecnológico que subordinou às produções histórico-sociais a informação rápida e condensada, cunhando a concepção de sociedade da informação.
    Os discursos que acompanham a sociedade da informação elegeram como lei o principio da tabula rasa.

    Não há nada mais que seja absoluto, tudo muda rapidamente, por isto não existem respostas únicas.
    Ao mesmo tempo, a informação foi coisificada, tornando-se um produto.
    Na educação, a transmissão do conhecimento também se tornou uma mercadoria, o aluno se converteu em cliente e o professor em prestador de serviço.
    Na realidade um processo que decorre do fordismo, a compartimentação do conhecimento, tal como em uma linha de montagens.
    É neste sentido que as Diretrizes Curriculares para a Formação de Professores da Educação Básica, em nível superior, assim definem as competências que devem ser desenvolvidas nos cursos de licenciatura e de graduação plena:
    ?(...) com relação ao mundo do trabalho, sabe-se que um dos fatores decisivos passa a ser o conhecimento e o controle do meio técnico-científico informacional?.
    O professor foi transformado em um facilitador, animador, tutor, monitor, etc.
    A primeira vista, o professor tornou-se um item dispensável, facilmente substituído pelos recursos tecnológicos.
    No entanto, a tecnologia carece de pessoas para gerenciar as informações, de forma que o professor passou a ser parte indispensável do uso da tecnologia em favor da educação.
    Acontece que o grande problema é que ainda existe uma grande inadequação do perfil dos profissionais da educação para lidar com as novas tecnologias e alunos diferenciados, uma discussão que passa pela questão da formação docente.
    Formação docente.
    Com o advento da sociedade da informação, o perfil do educando foi alterado para uma constante insatisfação com o conhecimento transmitido, tido pelos alunos como fora de propósito e sem relação com suas necessidades reais.
    A internet e a facilidade de acesso a informação fez o educando passar a exigir visualização do conhecimento, de forma rápida e fácil.
    O grande problema é que os cursos de formação de professores não se adequaram a preparação de competências docentes compatíveis com este novo perfil.
    Em resumo, a formação docente ensina uma linguagem ao professor e o aluno fala outra.
    Neste sentido, seria necessário que a formação docente familiarizasse o futuro professor com a tecnologia, possibilitando maior flexibilidade e rapidez de raciocínio.
    Algo previsto nas Diretrizes Curriculares voltadas a formação de professores, mas dificilmente colocado em prática no ensino superior.
    O resultado deste despreparo dos docentes é a substituição do professor pela tecnologia, ao invés desta se tornar um instrumento em suas mãos.
    A apropriação da tecnologia pela prática pedagógica.
    Levando em consideração que o processo de apropriação do conhecimento ocorre ao mesmo tempo em que os sujeitos se desenvolvem culturalmente.
    A apropriação da tecnologia na prática pedagógica exterioriza esta potencialidade.
    Em outras palavras, simultaneamente, a tecnologia serve a reprodução do sistema capitalista, podendo assumir um papel integrador interdisciplinar, ajudando a contornar o fordismo educacional, reelaborando o contexto cultural para transformar o mundo.
    É óbvio que para isto acontecer, tanto professor como aluno, necessitam conhecer as linguagens tecnológicas e tomarem consciência do contexto em que estão envolvidas, estabelecendo criticas e até mesmo questionando esta realidade.
    É necessário desconstruir ilusões forjadas por interesses políticos e econômicos.
    Devemos ter em mente que a tecnologia pode mediar a aprendizagem, mas o processo educacional necessita da interação entre as pessoas.
    Concluindo.
    A tecnologia e a educação sempre caminharam juntas, mas, com os avanços técnicos, passou a existir uma falsa imagem que não corresponde a real demanda.
    O tecnicismo da década de 1970, no Brasil, criou uma tendência que passou a tentar substituir os professores por vídeos e computadores.
    No entanto, a efervescência dos cursos à distância, a partir do inicio do século XXI, tem demonstrado que docentes não são dispensáveis.
    Pelo contrário, com a popularização de internet e da banda larga, quanto mais crescem os EAD, maior se torna a necessidade de profissionais capacitados para lidar com as novas tecnologias que, dia-a-dia, evoluem com extrema rapidez.
    É verdade que o EAD exige dos alunos maior esforço e dedicação que os cursos presenciais, porém, carecem de suporte de educadores para que a tecnologia possa ser usada em beneficio da construção do conhecimento.
    Em resumo, a tecnologia na educação, seja ela de qualquer natureza, deve estar a serviço do professor e do educando, sendo o docente um mediador.
    Caso contrário, corremos o risco de desvincular esta importante ferramenta de seu propósito primeiro: servir ao progresso da humanidade.
    Para saber mais sobre o assunto.
    BARRETO, R. G. ?As tecnologias na formação de professores? In: Educação e pesquisa, nº. 30. Jul/dez de 2003, p.271-286.
    FREIRE, F. M. P. et. alli. ?Implantação da informática no espaço escolar: questões emergentes ao longo do processo? In: Revista Brasileira de Informática na Educação. São Paulo: jul de 2004.
    MANASSÉS, B.et. alli. Tecnologia da educação. Rio de Janeiro: Livros técnicos e científicos, 1980.
    MORAN, J. M. ?Os novos espaços de atuação do professor com as tecnologias? In: RUMANOWSKI et. alli. (org.). Conhecimento local e conhecimento universal. Curitiba: Champagnant, 2004, p.245-254.
    Texto: Prof. Dr. Fábio Pestana Ramos.

  • Homossexualidade - Vamos discutir de verdade? - 26-06-2011
    Olá amigos

    Hoje acontece a 15ª Parada do Orgulho GLBT (Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais), na Avenida Paulista em São Paulo.O lema desta edição vai ser "Amai-vos uns aos outros: basta de homofobia!". O acontecimento vai ser muito importante por ser a 15ª edição e a previsão é de que a festa tenha um público ainda maior que os outros anos.

    Aproveito o evento para discutir uma questão que muito interessa aos educadores e os defensores dos direitos humanos. A questão do homossexual não é novidade nas escolas públicas, principalmente aos olhos dos que trabalham com projetos de inclusão diversificada. Como gosto muito de utilizar e incentivar o uso dos filmes em sala de aula me lembrei de que os X-Men foram realmente criados nos anos 60 como uma metáfora a luta contra o preconceito e para abrir o debate na sociedade americana dos anos 60. Para quem tem repertório cultural um pouco mais largo, X-Men não é só um filme para entreter adolescentes.

     E pra quem assiste a filmes e não os interpreta, aqui vai uma passagem interessante do filme X-Men Primeira Classe. Quando Mística, em X-Men, diz "mutante com orgulho", é disso que ela está falando, do orgulho de ser diferente; de sua diferença; e disposição para enfrentar os que querem lhe tirar o orgulho e faze-los sentir vergonha. Ela fala que "Quando eu me sinto um pouco rejeitado, me dá um nó na garganta; choro até secar a alma de toda mágoa, depois, passo pra outra!". E depois segue dizendo "Como um mutante: no fundo, sempre sozinho, seguindo o meu caminho... Ai de mim, que sou romântico".

    Quando a Mistica diz "mutante com orgulho", é disso que ela está falando: "Gay, lésbica, travesti negro, mulher, judeu e indígena com orgulho!", poderia ser a frase de Mística. 

    Por aqui o debate de verdade ainda não começou, apenas ações governamentais e judiciarias que estão garantindo um direito legitimo aos homossexuais do Brasil. O projeto, PL122, entretanto, não fere a Constituição Brasileira, pelo contrário, está de acordo com os artigos 3º e 5º, que colocam como objetivo fundamental do país ?promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação?, garantindo que ?todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza?.

    Além disso, a liberdade de expressão não é um direito absoluto ou ilimitado, não pode estar acima da dignidade das pessoas e dos direitos humanos; não pode servir de desculpa para abrigar crimes, difamação, propaganda odiosa e ataques injustificáveis. Os limites a ela colocados no projeto estão embasados na própria Constituição, já que simplesmente propõe a punição de condutas e discursos discriminatórios contra lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais, como já ocorre nos casos de racismo.

    Me parece interessante a promoção do debate sobre a diversidade de gênero e sexualidade. Os que defendem uma escola aberta, laica e inclusiva devem se empenhar em elevar o debate. Pois independente da orientação sexual de cada um, e, assim sendo, a internet e a escola que representam um espaço democrático e inclusivo. A falta de debate pode tornar a escola que temos hoje, numa escola exclusiva ou excludente, um verdadeiro gueto.E como já vimos antes essa historia de gueto não costuma acabar bem.

     
    Eu defendo a escola laica, sem cor, credo ou preferência sexual, mas uma coisa que tem me incomodado muito é a ausência desse debate sobre os direitos dos homossexuais de forma racional e pedagógica. Isso está sendo ruim também para todos os lados envolvidos, já que de um jeito ou de outro estão elevando o tom e não chegando a lugar nenhum, pois estão radicalizando, firmando posições contrarias ao debate e com isso tornando o debate uma cruzada pela moral. Não se esqueçam que a bíblia já foi usada pra justificar o Apartheid, a opressão das mulheres, dos indígenas, a escravidão africana e queimar vivo quem fosse diferente ou por defenderem ideias contrárias à doutrina cristã.

    E essa falta de debate pode deixar uma brecha que pode ser preenchida por aproveitadores e violentos movimentos contrários. Trabalhar nas escolas a questão do respeito,do direito, das escolhas e tudo mais e o caminho para entender e aprender a ser tolerante. Não fazer vista grossa para a situação, o que é positivo para a formação daqueles adolescentes.

    Alguns dizem que o homossexualismo virou "moda", o que claramente pode se ver pelas notícias atuais a uma luta religiosa, moral com um estado de direito legitimo que não pode ser ignorado pela sociedade e principalmente pela escola.

    Um homossexual deveria ter uma escola específica para ele? Com grade curricular própria? Disciplinas específicas? Lembro-me de uma discussão semelhante quando criaram as escolas indígenas em alguns municípios do Brasil.

    Estereotipamos e fomentamos ainda mais a polêmica e o preconceito quando se propõem respeitar os direitos civis dos homossexuais?

    Eu sinceramente não acredito, pois há muitos homossexuais que são advogados, médicos, faxineiros, engenheiros, professores. O importante é cada um aceitar que a opção sexual de cada um. Isso é o correto.

    O ambiente escolar é o espaço da sociedade em que a criança e o adolescente aprendem o conteúdo formal conhecimentos sobre português, matemática, história, geografia, raciocínio lógico-matemático, entre outros e, juntamente com a família, também o conteúdo informal valores e regras de convívio nas relações humanas.

    Este conteúdo informalmente aprendido no contexto escolar tem importância de tal magnitude que se pode dizer, em muitos casos, que tem maior influência sobre o rumo que toma a vida do jovem do que o conteúdo formalmente aprendido. Esta percepção leva à necessidade de a escola tomar também para si a responsabilidade sobre os valores e regras ensinados e aprendidos naquele espaço.

    Ao educar os estudantes para viverem em sociedade, como agentes críticos,dando a eles os conhecimentos e habilidades necessárias para fazerem leituras autônomas da realidade, a escola contribui para a construção de uma sociedade mais democrática e solidária.

    Dessa forma, é de fundamental importância que, ao propiciar de forma sistemática o acesso ao saber historicamente acumulado e necessário à compreensão da prática social na qual o estudante se insere, a escola o faça trazendo para a sala de aula as questões do cotidiano de forma a desvelar o currículo oculto, expresso nas necessidades que emergem nas relações de ensino-aprendizagem e que não são previstas no currículo formal, com a finalidade de aprimorar a capacidade de diálogo, de análise, de tomada de decisões, a elaboração de propostas de ações coletivas.

    Relações humanas e humanizadoras precisam ser construídas, elas não surgem espontaneamente. O estabelecimento de relações recíprocas de respeito, cooperação e solidariedade exigem o esforço coletivo da comunidade escolar.  Professores e alunos podem aprender a ser intolerantes e preconceituosos, como também podem exercer atitudes democráticas e a inclusão, construindo nova realidade social, marcada pela cooperação mútua e solidária, pela defesa da paz social.


    A discussão principal sobre o tema refere-se à necessidade de tratar preconceitos e discriminações que refletem uma violência (verbal, simbólica) reverberando nos espaços de convivência escolar e manifestando-se principalmente na necessidade de adequar a todos e todas num modelo idealizado sócio-culturalmente. Modelo este que tem como prerrogativa comportamentos considerados normais ou saudáveis: o aluno exemplar (disciplinado, que aprende rápido), o aluno limpo (higienizado, sem doenças), o aluno educado (que sempre diz obrigado e por favor), o aluno com família que segue configuração única (com pai e mãe casados e sem problemas conjugais), dentre outras.

    Lembrei-me de outro filme fantástico que bem define o padrão que se espera dos alunos The Wall. A clássica "Another Brick in the Wall part II" (quem não conhece "aquela do Hey Teacher!"?), põem em discussão outro alicerce de nossa sociedade: a educação. Ela define a educação como uma alienação (representada no filme pelas máscaras com botões no rosto das crianças), fazendo com que as pessoas, ainda crianças, percam sua identidade própria e pensem o que o Governo quer que elas pensem. O sarcasmo e a violência com que os professores tratam os alunos na sala de aula são atribuídos aos problemas que eles (professores) enfrentam em casa com suas "esposas psicopatas e gordas". No filme, o pequeno Pink sonha em ver todos os alunos destruindo a sala, queimando a escola e jogando o professor no fogo.Destruir a escola é uma atitude própria de quem não foi alienado pela educação, e por isso é contra ela. Então vamos fazer romper com os modelos pré definidos e construir um novo modelo mas justo e tolerante.



    Compreendemos que a matriz da homofobia está no reflexo político da marginalização sócio-histórica dos brasileiros ao direito pleno à informação e à educação, que por sua vez se reflete na dificuldade dos pais, mães, educadores e estudantes em compreender e lidar com o desenvolvimento da sexualidade do outro.

    Por isso o educador deve voltar-se para o compromisso ético das competências profissionais, na luta e enfrentamento do sofrimento de adolescentes Lésbicas, Gays, Bissexuais, Transexuais, Travestis e Transgêneros, com proposta de um trabalho pedagógico inovador, pode na prática contribuir para a redução da violência com base na compreensão e a construção da subjetividade a partir das relações sociais possibilita ressignificar o entendimento dos dois conceitos-chaves que envolvem a discussão da homofobia: a identidade de gênero e a orientação sexual
     
    Isso será um instrumento fundamental para a defesa dos direitos dos homossexuais brasileiros contra a homofobia, assim como os negros têm leis que os protegem contra o racismo. eles precisam de uma lei que lhes garantam os seus direitos civis e que protejam suas integridades fisicas e intelectuais de atos violentos e homofóbicos.

     Só pra ser didático: a igualdade que se cobra é no plano jurídico; do acesso aos direitos. E essa igualdade, e o que nós queremos ver nas escolas, nas casas, nas ruas e principalmente dentro das igrejas.

    Já as diferenças identitárias, culturais, devem ser celebradas e devemos sentir orgulho delas! Pois cada um é como é, e TODOS devem ser respeitados por causa disso.

    Então amigos: VIVA A DIFERENÇA.

    Abraços

    Robson Freire

  • Por que fazer um curso? - 24-06-2011
    Olá Amigos

    Por que a faculdade é tão importante para algumas pessoas? Por que meu pai quer que eu faça faculdade? Você já parou para responder estas perguntas? Se ainda não, este é o momento de você procurar se capacitar para poder entrar no mercado de trabalho.

    Fonte: http://goo.gl/Dd8EZ

    Como bem sabemos é um momento muito importante em sua vida, mas, ter uma formação profissional também é o início de um novo ciclo. Para saber qual é o melhor caminho a percorrer, você deve pensar no seu projeto de vida.

    O que você espera fazendo um curso universitário, e o que ele pode te proporcionar? Muitos jovens entram na faculdade pensando que logo no 1º semestre vão conseguir um emprego na área. Neste caso, seria melhor ter escolhido um curso profissionalizante ou técnico, onde a entrada para o mercado de trabalho é mais rápida. Um curso universitário é um projeto em longo prazo, não se pode entrar na faculdade buscando retorno rápido.

    Muitos também ingressam em uma faculdade e após um ano de estudo, acabam percebendo que não era o que imaginavam. Trocam de curso e às vezes essa segunda opção também não foi bem pensada. Então, como escolher o melhor caminho?

    Para responder a esta pergunta você deve pensar no que deseja para sua vida. Conhecer suas habilidades, qualidades e preferências. Assim, chegar a um nível de autoconhecimento que reflita suas verdadeiras necessidades, desejos e projetos.
    Escreva em uma agenda ou caderno, uma lista de possíveis caminhos. Depois, procure informações sobre estes caminhos, informações sobre as faculdades, as escolas, os cursos, as profissões.

    Procure na internet informações sobre cursos profissionalizantes ou não, uma boa opção são os cursos brasil. Lá há um imenso cardápio de opções que com certeza podem te ajudar muito nessa tarefa de escolher um caminho para o futuro.

    Procure profissionais de cada área, visite as faculdades, se possível assista uma aula. Isso vai te ajudar a se projetar neste caminho, perceber então, se ele é bom pra você. Desta maneira vai saber se um curso universitário é o que você realmente deseja.

    Mas lembre-se um bom curso técnico pode ser o 1º passo para a Faculdade: A boa notícia nisso tudo é que conseguindo ingressar no mercado logo após terminar um curso técnico, a pessoa já pode economizar e planejar um aperfeiçoamento na área ou a tão sonhada faculdade.

    Abraços

    Robson Freire

  • O Professor como Arquiteto da Aprendizagem - 21-06-2011
    por Rafael Parente (@Rafael_Parente)





    Não é de hoje que grandes pensadores da educação sugerem que os educadores devem abandonar o papel de detentores do conhecimento e centralizadores da atenção nas aulas por uma postura mediadora, que favoreça uma aprendizagem colaborativa, centrada nas necessidades dos alunos. Paulo Freire criticou a ?educação bancária? e recomendou uma ?educação libertadora? que utilizasse e desenvolvesse a consciência crítica do educador e do educando. Para Moacir Gadotti, o professor deixaria de ser um lecionador e se tornaria um mediador do conhecimento, organizando a aprendizagem. Antônio Carlos Gomes da Costa citou uma metáfora de Peter Senge para explicar que a organização da aprendizagem precisa deixar o modelo de máquina e se transformar no modelo do jardim e do jardineiro, com relações marcadas pelo cuidado, pelo apreço e dedicação à vida de todos e cada um. Com a entrada das novas tecnologias nas escolas públicas e ao contrário do que muitos imaginam, essa mudança pode estar acontecendo.


    Pesquisas recentemente realizadas indicam que a maioria dos professores das rede municipal do Rio de Janeiro não mais descarta o computador e a internet como modismos, deseja capacitações frequentes para melhorar seu trabalho com as novas tecnologias e sente-se motivada e receptiva para repensar suas práticas pedagógicas. A pesquisa ?Megafone na Escola?, do Instituto Desiderata, concluiu que alunos e professores desejam ter mais computadores, internet e novas tecnologias nas escolas e acreditam que novas tecnologias e novas mídias são elementos essenciais para que ?a escola se torne um lugar melhor para estudar e ensinar? e para que as aulas ?fiquem melhores?. Uma outra pesquisa, realizada pelo Instituto Oi Futuro e a Secretaria Municipal de Educação, com o apoio do Ibope e do Instituto Paulo Montenegro, apresentou resultados ainda mais surpreendentes. Foram aplicados mais de 35 mil questionários para alunos, professores e diretores, com o objetivo de compreender o relacionamento desses três públicos com as novas tecnologias. As conclusões mais interessantes foram:

    - A maioria absoluta dos três públicos (mais de 80% em cada) acredita que as novas tecnologias podem contribuir bastante para a aprendizagem;

    - Professores e diretores consideram que capacitações relacionadas à utilização das novas tecnologias são as mais importantes para sua atuação profissional. Em segundo lugar, os professores optaram por capacitações voltadas para a integração de tecnologias às aulas e diretores desejam aquelas voltadas para gestão escolar;

    - Os três públicos acreditam na necessidade da utilização das novas tecnologias para o desenvolvimento educacional. Para os alunos, as novas tecnologias os mantêm conectados ao seu mundo, aumentam seu conhecimento e sua autoestima; Para professores, elas são o canal para o conhecimento e para o mundo globalizado; Diretores concordam com os professores e creem que as novas tecnologias também têm o poder de democratizar o acesso à informação, estimulando a participação cidadã;

    - 75% dos alunos da rede já têm computadores em casa, 66% deles acessam a internet diariamente de suas casas e menos de 20% ainda dependem de lan houses;

    - A utilização de novas tecnologias por professores e diretores para compartilhar práticas ou soluções com colegas e para se conectarem aos alunos e familiares criando uma extensão do ambiente educacional ainda precisa de estímulos;

    - Com relação ao conforto na utilização, como previsto, alunos dizem saber utilizar muito mais ferramentas do que professores e diretores e todos os públicos expressam o desejo de participarem de cursos com essa finalidade nas unidades de ensino;

    - Mais de 60% de professores e diretores concordam totalmente (cerca de 15%) ou parcialmente (cerca de 45%) que atualmente as novas tecnologias vencem os livros como principal fonte de informação; No caso dos alunos, 45% deles concordam totalmente e 32% concordam parcialmente que a internet é uma melhor fonte de informações do que os livros.

    Atenta aos resultados dessas pesquisas que comprovam mudanças na mentalidade e nas expectativas de professores e alunos, a Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro está investindo na infraestrutura e manutenção das escolas, planejando cursos de capacitação para professores e gestores e remodelando metodologias, sistemas e práticas, sempre em parceria com o Ministério da Educação, institutos, fundações e empresas. Nossos professores ajudaram a criar e avaliar a utilização da Educopédia, uma plataforma colaborativa de aulas digitais que tem o mesmo peso que apostilas e livros didáticos nas salas de aula. Nessa avaliação, pesquisadores de universidades cariocas descobriram, por exemplo, que a grande maioria dos alunos acha que a plataforma facilita a compreensão dos conceitos, que ajuda no estudo para provas bimestrais e que as aulas ficaram mais interessantes, enquanto somente 9% dos professores acreditam que essa nova ferramenta não teve um impacto positivo na participação e motivação dos alunos. Os resultados de todas essas pesquisas estão à disposição para pesquisadores e para o público em geral.

    O impacto das novas tecnologias já é uma realidade na vida de alunos e professores. Avaliar o que os melhores sistemas de educação do mundo fizeram no século passado sem uma análise prévia e cuidadosa desse impacto pode ser um grande erro. Nossas pesquisas em campo comprovam que o professor da cidade do Rio de Janeiro já está reavaliando a sua postura em sala de aula, com o desejo de se tornar um mediador e de aprender junto com os alunos. O investimento em novas ferramentas e procedimentos relacionados às novas tecnologias precisa fazer parte do planejamento estratégico de todos os governos se queremos, de fato, dar um salto na qualidade da educação pública no nosso país. Os educadores e alunos cariocas já sabem disso e estão ávidos por novidades. A preferência é que elas cheguem via Twitter, jogos virtuais e tablets.

    Fonte: http://rafaelparente.blogspot.com/2011/06/o-professor-como-arquiteto-da.html

  • Vamos todos cantar junto? - 20-06-2011
    Olá Amigos

    Durante a palestra que a minha diretora pedagógica da Regional do Noroeste Fluminense Luciana Vicente deu lá no CE Romualdo Monteiro de Barros em Itaperuna, eu me encantei com uma música chamada Hino da Cidadania, que é escrita/composta pelo Antônio Camargo de Maio e cantada pelo José Ribeiro ?Tijolo?.

    A musica fala de uma situação que todos podemos ajudar a mudar, basta não fechar os olhos e arregaçar as mangas e começarmos a cobra de nossos representantes atuais e escolhendo melhor aqueles que os substituirão.

    Confesso que as lagrimas correram pela minha face em virtude da minha luta contra tudo aquilo que vi no vídeo e como educador não podia deixar de cmpartilhar com vocês esse momento magico.

    O Vídeo foi cedido pela Rede ICF de Observatórios Sociais, coordenado pelo Instituto da Cidadania Fiscal (ICF), de Maringá(PR) e esta disponível aqui.Coloco logo abaixo, o vídeo e a letra da música



    Hino da Cidadania

    Letra: Antonio Camargo de Maio
    Compositor e cantor: Jose Ribeiro ?Tijolo?


    É tão triste ao caminhar pela cidade
    Ver de perto a realidade
    Que atravessa essa nação.
    Como pode um país tão fascinante
    Vermos coisas tão chocantes
    Que nos corta o coração.
    Um menino que devia estar na escola
    Estudar, brincar de bola
    E jamais ser esquecido,
    Mas está no farol pedindo esmola
    Seu brinquedo é crack, é cola,
    Seu futuro é ser bandido.
    Aonde estão os homens que têm o dever
    E a obrigação de fazer,
    Mudar essa realidade?
    Aonde estão?
    Eu sei que ainda existe alguém
    Honesto, honrado e de bem
    Que ama o Brasil de verdade.
    Vem a noite, outra vez começa o drama:
    A calçada vira cama,
    O jornal é o cobertor...
    Como pode num país que é tão rico
    Vermos coisas desse tipo
    Que nos causa tanta dor?
    Na verdade são tratados como bichos,
    Como feras, como lixo
    Um descaso dos humanos.
    É o retrato da miséria e da pobreza.
    O que assusta é a frieza,
    O descaso e o abandono.
    Aonde estão os homens que têm o dever
    E a obrigação de fazer
    Mudar essa realidade?
    Aonde estão?
    Eu sei que ainda existe alguém
    Honesto, honrado e de bem
    Que ama o Brasil de verdade.
    Bis


    Abraços

    Robson Freire

  • Transforme apresentações de PowerPoint em vídeos nos formatos mais populares e divulgue para seus amigos. - 04-06-2011
    Olá Amigos

    Como vocês bem sabem quando um professor programa uma coisa e não rola da maneira que ele espera, eé sempre bom ter um plano B na jogada. No caso das apresentações de PowerPoint então nem se fala. É vídeo que trava, som que não toca, entre outras coisas.

    Então seus problemas acabaram (não resisti a piada), com o E. M. Free PowerPoint Video Converter você literalmente consegue converter qualquer tipo de apresentação criada no Microsoft PowerPoint para um vídeo. O programa aceita os formatos: PPT, PPTX,PPS, PPSX. Basta escolher o arquivo, definir o formato de saída e converter para vídeo. Assim, você dispensa a necessidade de utilizar o PowerPoint e pode até mesmo enviar a sua apresentação pela internet em forma de vídeo.

    Como converter

    A interface do programa é o mais simples possível, pois todas as opções já estão expostas na tela. Para adicionar um arquivo ou uma pasta, clique em New Task. Basta então selecionar os arquivos que serão convertidos para que eles apareçam na lista.

    Você pode definir para que o programa grave o áudio que está presente na sua apresentação (Record Audio) ou simplesmente escolher um para ficar ao fundo (uma música, por exemplo), em Add Audio File.  É possível deixar o modo automático ou interativo e escolher se quer que a compressão seja única ou dupla.

    Em Detail,escolha quantos segundos cada slide terá até que avance para o próximo(lembre-se de definir adequadamente essa opção, para que não fique nem muito rápida e nem muito lenta a passagem de cada slide, dando tempo dever o que está na tela).

    image


    1. imageimageAdicionar arquivo(s) ou pasta(s)  
    2. image Escolher o formato de saída
    3. image Iniciar a conversão
    Em Output Format,escolha qual o formato de saída do vídeo, podendo ser: WMV, AVI, MPEG,BMP ou MP3. Há muito mais formatos, específicos para celulares e websites ou em compressões AVI e MPEG. Entretanto, são para a versão paga. Quando utilizados adicionam uma marca d´água no canto superior direito da tela. Por isso, é uma boa ideia se contentar com os formatos listados primeiramente. Em Profile você determina a qualidade do formato escolhido.


    image
    Selecionar o formato de saída
    Clicando em File Name você pode escolher qual a pasta e o nome do arquivo resultante. Note que ele já terá como padrão o nome do arquivo de PowerPoint com a extensão de destino. Quando você já tiver tudo pronto e configurado,clique em Convert

    image
    Converter
    Eu  recomendo o modo (Mode) interactive se a apresentação tiver intervalos  diferentes. No modo auto os slides passarão todos com a mesma  velocidade/intervalo de tempo.
    image

    Marque  Add audio file e selecione a mesma trilha sonora que usou na sua  apresentação, o modo Record audio captura os ruídos do microfone.

    image

    Embora  a versão gratuita apresente muitas limitações, é uma boa ferramenta  para quem precisa levar suas apresentações a qualquer lugar sem a  preocupação de ter ou não um programa compatível instalado no  computador, facilita também o uso em escolas que não disponham de  projetor multimídia. Neste caso, os vídeos deverão ser gravados em um  formato que permita a reprodução em um DVD player. Veja aqui como fazer?

    Assim ficará o resultado final
    Experimente todas as opções e faça a sua escolha.
    Mas lembre-se de uma dica importante: Menos é Mais (dica do meu amigos Sérgio Lima (@ticseducação))

    Abraços

    Leia mais em: http://migre.me/4IPgw

  • Assim será o futuro? - 04-05-2011
    TVpontocom: Será assim daqui a alguns anos?

    Como será nosso dia a dia com a tecnologia? Afinal, de que forma a informação nos chegará e como vamos usá-la? Você já imaginou? Nem precisa, tem gente por aí pensando por nós, 24 horas. Vamos ver o que acontecerá? O que você diz sobre esta realidade? Será que estamos muito longe?

    Assista e opine



    Fonte: http://goo.gl/HVBNz

  • 28 de Abril - Dia Nacional da Educação - 28-04-2011
    Olá Amigos

    Hoje é o Dia Nacional da Educação e a importância da Educação para o desenvolvimento do país e das pessoas como indivíduos, cidadãos, como seres humanos autônomos que seguem valores e princípios éticos. Educar é possibilitar o desenvolvimento do sujeito e, portanto, do país. Paulo Freire citava que "A educação sozinha não transforma a sociedade,sem ela tão pouco a sociedade muda.".


    Valorizar o trabalho dos professores de norte a sul e fundamental para o sucesso da educação, mas também é preciso focar o olhar dos propositores da política para melhora do trabalho dos professores, é necessário que aja uma mudança de política e do papel da educação dentro das escolas.

    Esta data poderia representar um marco para a conscientização da importância do papel do educador na formação de uma criança ou de um jovem. Esta conscientização tem que ser de pais, professores, psicólogos, médicos, todos.

    E sempre sonhamos que os efeitos sejam mais práticos que apenas a lembrança do dia especial, para isso discutir o conceito de qualidade em Educação e informar a população em geral sobre seus direitos e deveres são ações que devem ser cada vez mais incentivadas nessa data.

    Como cita o professor Júlio Furtado, Doutor em Ciências da Educação, Mestre em Orientação Educacional, graduado em Geografia, Pedagogia e Psicologia e autor de diversos livros e artigos. Atualmente é Reitor da UNIABEU, RJ ele costuma dizer que uma boa iniciativa para comemorar a data seria a criação de um PROCON específico para a Educação, no qual todos pudessem denunciar condições e práticas não condizentes com uma estrutura educacional digna e competente.

    Entender que o valor da escola e dos professores para o dia a dia da nação está muito além da simples comemoração de um dia especifico no calendário, ele é construído diariamente por aqueles abnegados, guerreiros e dedicados que em todo o Brasil fazem e constroem a historia da educação brasileira.

    "A educação sozinha não transforma a sociedade,sem ela tão pouco a sociedade muda.". Paulo Freire 
    O professor Marcos Cordiolli, professor e cineasta, Graduado em História pela UFPR e mestrado em Educação: história e filosofia da educação pela PUC-SP. Professor universitário de graduação, de especialização latu senso e de mestrado, cita que: ?A educação brasileira realizou uma conquista importante: universalizou a entrada e a permanência na escola básica. Agora temos uma nova e urgente tarefa: formular novas metodologias para dar conta da diversidade dos estudantes, universalizar a educação básica e ampliar a jornada escolar para o tempo integral. Hoje é uma data de conquistas, mas com disposição para construir o futuro.?

    Como "prego de assoalho" de laboratório de informática e cria de NTE as TICs sempre foram o meu horizonte norteador e hoje mais do que nunca vejo na pratica dela um caminho que podemos seguir. O Professor Pedro Demo em seu artigo TICs e EDUCAÇÃO onde ele cita que  "TICs são hoje parte do direito de todos de aprender bem e permanentemente"

    Como sempre digo aos meus amigos  "O futuro é clichê. O futuro, a gente faz agora."

    Então amados e queridos mestre, professores, pais, alunos, governantes, sociedade e pensadores ...

    Mãos a Obra.

    Temos muito trabalho pela frente.

    Abraços

    Robson Freire

  • Geração Y - 23-04-2011
    Empresas encontram desafios para manter talentos da geração Y.

    Os jovens querem progredir rápido e mudam facilmente de emprego em busca do crescimento. Já as companhias tentam estimular essa geração para mantê-los na equipe e melhorar a relação dos Y com os Baby Boomers e os X.

    Geração Y - Jornal da Globo parte 1


    Geração Y - Jornal da Globo parte 2


    Geração Y - Jornal da Globo parte 3


    Geração Y - Jornal da Globo parte 4


    Geração Y - Jornal da Globo parte 5


    Abraços

    Robson Freire